Mostrando postagens com marcador Humor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Humor. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de agosto de 2014

BARBICHAS e BARBIXAS



Bichas no bar!
Tem em qualquer lugar!
Bicha no intestino!
Desde menino!
Bicha em Portugal!
Fila grande? Se deu mal!
Mundo real, mundo virtual!
Bixas na floresta!
Onde tem, tem festa!
Barbixas no teatro!
No ato de quatro!
Barbixas na internet!
Carrega nas costas, pega frete!
Barbixas.com.br
Sempre diz ao inimigo, se ferre!
Cia do humor em programa de entrevista,
Certamente terá gargalhadas à vista...
Cia do humor em companhia do Jô Soares,
Certamente visualizações terão milhares...
Barbixas são:Daniel, Anderson e Elidio...Legal! Bacana!
Desde o Nascimento, Bizzocchi adoece, Elidio Sanna!
Mentores: Monty Python e Rowan Atkinson, geniais comediantes...
Influenciaram e fizeram adeptos nunca como antes...
Milhões de visualizações no YouTube...
Aprenda com a internet ou ligue a TV e se entube!
Bicha de rabear, pirotécnico!
Sintético, real e hipotético...
Bar tem bichas!
Apostem! Coloquem suas fichas...

P.S.:
Desligue a TV! Leia ou rastreie pela net a sabedoria!
Filtre, aprenda...Na net tem de tudo! 24 h por dia, todos os dias!
Visite museus, sebos de livros, bibliotecas e livrarias...
Leia e escreva em Academias de Letras ou em Recantos...
Mantenha os encantos...

Foz do Iguaçu, 24/08/2014
Publicado no www.delynerso.blogspot.com em 24/08/2014
Publicado no Recanto das Letras  em 24/08/2014
http://www.recantodasletras.com.br/autores/nelmite
http://www.recantodasletras.com.br/autores/noslen ariexiet
NELSON TEIXEIRA

terça-feira, 5 de agosto de 2014

PADRE VERSUS PREFEITO


A cidade não gostava do feito...
Entrevero entre padre e prefeito...
Aí, morreu um burro em frente a matriz...
O prefeito ficou só de soslaio e feliz!

O padre pediu ao prefeito soluções iminentes.
O maior disse: o padre cuida dos defuntos
da cidade e eu cuido dos outros assuntos!
O padre disse: mas, é meu dever avisar os parentes!

Essa piada é velha, mas acontece em cidade pequena...
Todo mundo sabe tudo, de todos, então não fique em cena!

Foz do Iguaçu, 02/08/2014
Publicado no www.delynerso.blogspot.com em 04/08/2014
Publicado no Recanto das Letras em 04/08/2014
http://www.recantodasletras.com.br/autores/nelmite
http://www.recantodasletras.com.br/autores/noslen ariexiet
NOSLEN ARIEXIET

sábado, 2 de agosto de 2014

JOGATINA: NO AFÃ DE GANHAR MAIS, PALPITE NÃO AJUDA

JOGATINA: NO AFÃ DE GANHAR MAIS, JOGAR NOS PALPITES DELA, SÓ INDICOU OS NÚMEROS DOS SEUS "DOCUMENTOS"...VIU BOBÃO!

Hoje, no cassino vi coisa engraçada...
O viciado contou seis botões da camisa.
Apostou no seis, deu seis! Aposta acertada!
Se ganhar, pare logo! A sorte avisa!!

Mas, viciado é viciado, pegou o final do CPF.
Jogou e ganhou! Fichas mais fichas, ficou freguês!
Um viciado mequetrefe merece receber tabefe!
Jogou no 23, tamanho do bilau, deu dezesseis!

Bem feito, mentiu, ficou sem dinheiro e ficou na mão!
Pois a morena, um avião, saiu com o crupiê! Viu bobão!
Quis ser o comandante, de um avião palpiteiro, sem brevê,
Jóquei, de uma potranca, sem cacife, ficou sem privê!

Foz do Iguaçu, 02/08/2014
Publicado no www.delynerso.blogspot.com em 02/08/2014
Publicado no Recanto das Letras em 02/08/2014
http://www.recantodasletras.com.br/autores/nelmite
http://www.recantodasletras.com.br/autores/noslen ariexiet
NELSON TEIXEIRA

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

HUMOR ORTOGRÁFICO 3



A poetisa é o sujeito desta frase que se sujeita à inspiração e poetiza uma poesia! A poetisa poetiza, faz poesia! Pessoa não é verbo! Pessoa é pessoa, poetisa é pessoa, é sujeito! Poetiza é 3ª pessoa do presente do indicativo! Gozado, Poetisa é pessoa e Poetiza também é pessoa, só que ! Confundi? Bem feito!


P.S.:
Poetisa sempre poetiza, mesmo calada! Basta manter o brilho nos olhos!
O espelho reflete a poetisa e comentarista espelhado reflete poetiza! 
Poetisa, muitos te dirão, erradamente, poetiza!

Foz do Iguaçu, 11/12/2013
Publicado no Recanto das Letras em 11/12/2013

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

NEM TUDO QUE PARECE É! NÃO É FLEX, É DENOREX!


Este é, homem, dos dois lados! Aquele outro, parece homem pela frente, mas por trás, traz diferença!

PALITO DE DENTE OU FIO DENTAL


Tinham lá suas preferências e diferenças! Se identificavam nas igualdades e nuances! Um era passivo e o outro ativo! Suicidaram-se no preconceito! Quem sou eu para dar conceito ou opinião! A escolha é só deles! Uns gostam de palito de dente e outros gostam de fio dental! ARIEXIET 13/11/2013 - RL

Foz do Iguaçu, 13/11/2013
Publicado no Recanto das Letras em 13/11/2013

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

SUBSTITUTA


Ao ser substituída após algum tempo como companheira estável de um grande artista, a linda moça (já não tão moça) encontra no salão de beleza a que iria substituí-la, para o desejado posto de "esposa". 

Elas se conheciam, então a ansiosa "nova esposa" questiona à que está deixando o cobiçado posto de mulher do artista, cantor:

--Como você fez para permanecer tanto tempo junto ao Sávio?

A já separada explica que enviou duas cartas a ela. Quando você começar a ser cobrada sobre libido, exigida em muitas coisas, ou o que chamamos de crise, abra a primeira carta.

Terminou a conversa e cada uma seguiu os compromissos já assumidos.

O tempo passou! A cobrança começou. Sem pestanejar, a nova esposa (companheira de relacionamento estável, pois ele disse que casamento nos moldes antigos, nunca mais, já fizera três e já bastava) abriu a primeira carta e nela estava escrito:

--Não importa o que ele diga, lance toda a culpa sobre mim. Não tenha receio de fazê-lo. Diga que a anterior acostumou ele errado e muito mal! Seguindo o escrito da carta, a nova mulher esculacha e faz da sua antecessora tapete para o calvário descortinado! Seguiu à risca o conselho da primeira carta e no final dela um segundo conselho:

--Em caso de nova crise, abra a segunda carta!

Tempo passa, passa o tempo, e briga e discussão é o novo passatempo! Novo embate, sem debate, no já desgastado casamento, quer dizer, união estável ! Pensou que a solução estaria na segunda carta e ao abri-la, pensando encontrar a resolução e o caminho da salvação, lê não um conselho, mas uma bela saída:

--Sente-se e escreva duas cartas! Consiga o endereço para o envio delas ou entregue em mãos, na festa do novo relacionamento, para a nova e futura companheira do Sávio! O próximo casamento, união estável, será o oitavo!

Obs: Eu li esta história e tenho visto um monte de relacionamentos que corroboram, confirmando, que agora é assim! Isto de duas cartas vale também para todo cargo político, para esposas ou maridos que estejam vivendo drama em vez de romance ou de boa política, politicamente correta!

Na verdade, nem toda máquina é Brastemp! Já foi!
Na verdade, a própria mesmo já foi melhor! Não foi?
Na verdade, nem toda carne vermelha é Friboi!
Na verdade, nem todo cantor e compositor é Roberto Carlos!
Na verdade, nem toda garota que surfa na noite é Surfistinha!
Nem todo artista, cantor casamenteiro, é Sávio Junior!
Sobrou apenas o Sávio, pois o Chi Quo Alíseo...
Vento alísio levou Chi Quo Alíseo ao Paraíso...

É ficção oriunda da minha mente que se inspirou no texto da Sonia Inês Vendrame. Jornalista e doutoranda pela PUC/SP, que escreve na revista 100 Fronteiras!

Foz do Iguaçu, 06/09/2013
Publicado no Recanto das Letras em 06/09/2013

quarta-feira, 2 de maio de 2012

60


                       

  Casquila, cidade esquecida no interior do estado. Sua única riqueza - é a natureza. Pra dizer a verdade, fica entre vales, montanhas, belas serras, cascatas, matas - é o único cartão de visita.
   Parece estar em uma concha ou dentro de um prato fundo. Se tem cidade que se prima pelos nudistas - Casquila se prima pela alta quantidade e qualidade de cornudos.
   O seu prefeito, a figura mais boçal e grotesca do mundo - parece gostar do contato direto com a natureza, contato direto com a terra, com a terra de sua terra natal. Talvez por este motivo é que ainda não colocou massa preta (asfarto, é o que alguns dizem) nas ruas.
   Perto da cidade, mora José, um velho de quase 60 anos, que acumulou certa experiência e fortuna nos seus anos vividos (bem ou mal?).
   O prefeito, compadre de José conseguiu trazer eletricidade até a cidade. Ainda bem, pois senão as "penas" de Casquila só teriam que trabalhar de dia - mas são todos boêmios, logo...
   - Puxa, com, até que enfim temos força na cidade, hem?
   - Nem diga! Nem diga! Insistiu José.
   Bem vindo os 60 hertz de uma companhia elétrica particular que nem nome tem. É claro, é bem deficiente, pois a luz à noite, mais parece um caqui maduro.
   José levanta todo dia bem cedo, caminha até ao pomar (não de caqui elétrico, mas o clássico pomar) bem lento. Olha com orgulho pro laranjal, pois foi há dois tempos que plantou e já estão as árvores todas encopadas. Depois caminha até a ponte do Rio Verde (água suja é verde ou marrom?) e cospe seco, pois nem saliva tem mais, sonhando com a viagem, pelo rio, da pouca saliva até ao mar.
   Outra mania de José depois do almoço é fazer a digestão percorrendo as ruas de Casquila. Casquila tem apenas 60 ruas.
   Todo dia a mesma coisa, as mesmas pessoas, o mesmo diálogo:

   - Bom dia seu José
   - Bom dia.
     Ainda bem que hoje quebrou a rotina.
   - Bom dia seu Zé...José--Tsh!
   - Bom dia!
   - Vai, depois do é boa tarde, não é?
   - Feliz anos!
   - Obrigado.
   - Muita data se repita...-Disse Dona Maria do outro da rua!
   - Obrigado Dona Maria, como vai se Antonho?
   - Mal, muito mal. Talvez não passe dessa!
   - José falou com seus botões - Que morra mesmo! Cornudo. Antonio cornudo e ladrão, roubou de mim 60 contos.
   Também José admitia que seu Antonho era bem esperto e pensou:    - Ah, que Deus o ponhe em bom lugar, afinal foi há tanto tempo. 
   José estava alegre, afinal fazia 60 anos e esperava fazer outros tantos.
   Deu uma baforada no cigarro de palha e seguiu.
   Cerquila ficava a 60 km da capital e estava atrasada, acho que uns... talvez 60 anos. Foi quando José nasceu! Paixão dos jovens no presente momento, era o fuca!

Torrinha, 1970
Publicado no Recanto das Letras em 01/09/2013

QUE MÚSCULO!



 
   Elyza tinha tanta " espinha" no rosto, que se fosse contar, tornar-se-ia um gesto tão cansativo como contar estrelas.
   Para contar estrelas, apareceria verruga na ponta do dedo! Verruga ao apontar para uma estrela, ao contá-las?
   Elyza era uma das primeiras alunas em sua escola. Problemas de Matemática, etc, para ela tinham fácil solução (será?), mas...
   - Mãe, eu não sei mais o que faço com meu rosto! Já passei aquele creme francês, não adiantou nada e...
   Filha querida, vamos fazer o que a Anália falou, pra ver se adianta...
    Ceifunda, mãe da Elyza, costureira, tinha outra filha - Rhagyna - que não gostava muito. Seu doce predileto era a Elyza. E como colocava açúcar no seu " docinho" - Elyza era a "Embaixatriz das Usinas Refinadas e Fétidas" de toda cana-de-açúcar de Cuba. Enfim, era um treco muito doce...(Um uqui doce, como diria Xitão, que invertia tudo)... 
   E de fato, fez mesmo a receita da Anália! Anália era sem definição, e, seu diagnósticos e receitas eram aceitas pela burguesia hipócrita...
   E de fato fez mesmo! E como deve ser dolorido! Tirar sangue da veia para colocar no músculo!
   E que músculo!
   Hoje um ml de sangue, amanhã dois e assim por diante até dez...
   Tirava da veia e colocava no músculo! E que músculo! Deve ser uma bela... Ah, que derrière! Ela e sua mãe Ceifunda eram bonitas de faces e belas de costas...
   Quem fazia esta delicada aplicação, sabia de seu resultado, às vezes negativo! Ah, que farmacêutico  Era naquela época   o profissional mais invejado de Torrinha! Que seringa! Que agulha!
    Ah! seu eu fosse farmacêutico! Ah! eu queria ser aquela agulha,
eu queria penetrar naqueles dois montes todo dia!
   Que belo músculo!
   Agora, Elyza está às voltas com novo método!
   Será que dará resultado, mãezinha???
   Faz vacina da própria espinha, isto é, do pus! Não é mais na farmácia! É numa clínica!
    Será que está colocando no músculo? Que músculo!
    Ela abandonou a farmácia e frequenta agora a clínica!
    O farmacêutico,  atualmente, está com depressão internado num sanatório...Está sem inspiração nenhuma....

Torrinha, 1965
Publicado no Recanto das Letras em 01/09/2013